Henriqueta Camarotti[1]
Queridos amigos e amigas,
Tenho muita satisfação em participar desta Tribuna Livre pela Paz desde início de 2025; primeiro pela sua importância como potencializadora de uma psicosfera grupal compassiva e comprometida com a harmonia e evolução da humanidade; segundo, por ter oportunidade de encontrar e conhecer pessoas tão queridas e admiráveis. Agradeço aos idealizadores dessa Tribuna: Prof. Isaac Roitman, Prof. Mario Brasil e o queridíssimo Ulisses Riedel. Agradeço a todos que vem participando e contribuindo com a realização desse sonho, que é uma humanidade centrada no diálogo, na cooperação e na amorosidade.
Hoje vamos apresentar uma reflexão sobre a saúde psicossocial dos estudantes universitários da UnB, juntamente com uma proposta do Programa para a criação de uma rede de apoio psicossocial utilizando as Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICS).
Gostaria de informar que vamos organizar nossa apresentação em dois momentos: apresentação da situação psicoemocional do corpo discente dos universitários brasileiros, em especial dos estudantes da UnB, e segundo apresentaremos a proposta de criação de uma rede de cuidado psicoemocional desses estudantes.
Primeiro gostaria de dizer que esta proposta nasceu da nossa vivência como professora do CAFE/CEAM, tendo nesses últimos 3 anos ministrado disciplinas e projeto de extensão, e tido a oportunidade de conviver diretamente com esses estudantes. E de forma complementar, busquei na literatura pesquisas sobre o sofrimento vivenciado pelo corpo discente.
Incluímos nessa apresentação a proposta da equipe do trabalho final apresentado na disciplina CAFE, ministrada em janeiro deste ano. Estão aqui representando essa equipe a estudante Hildely Grassi, Emilly Alves e a Sarah Lemos.
Revisão bibliográfica
O sofrimento psíquico no ensino superior brasileiro é um tema de crescente relevância na saúde pública e na educação. O fenômeno não é apenas individual, mas o resultado de uma complexa interação entre pressões acadêmicas, vulnerabilidade socioeconômica e a transição para a vida adulta.
No Brasil, estudos apontam que a prevalência de transtornos mentais comuns (ansiedade e depressão) entre universitários é significativamente superior à da população geral.
Alguns fatores são bem relevantes com causa ou potencialização desse sofrimento: a cultura da meritocracia e o medo do desemprego geram uma carga de estresse constante; acrescenta-se a vulnerabilidade socioeconômica, acrescentada pela democratização do acesso – PROUNI, REUNI, Cotas – muitos estudantes enfrentam dificuldades financeiras, insegurança alimentar e longos deslocamentos. Citamos ainda a saída da casa dos pais e deslocamento para grandes cidades, causando quebra dos laços sociais, e ainda a falta de uma rede de cuidado das instituições universitárias.
ZANIN, L. et al. (2020) realizaram uma pesquisa qualitativa que investiga como os estudantes percebem e dão sentido ao seu mal-estar no ambiente universitário. Através de entrevistas semiestruturadas em uma universidade na região da Grande Florianópolis, baseadas nas Práticas Discursivas e Produção de Sentidos, uma metodologia que busca entender como a linguagem é usada para construir realidades e vivências, os autores organizaram os resultados em quatro eixos: sentidos da saúde mental; fatores de sofrimento; cuidado em saúde mental e o papel da instituição.
Sobre os sentidos da saúde mental para os universitários, estes associaram as pressões dentro do ambiente acadêmico, além da presença de transtornos mentais, equilíbrio entre vida pessoal, estudos e lazer. Os fatores mais citados pelos estudantes foram: pressão por desempenho, relações de poder e dificuldades socioeconômicas. Os estudantes declararam que muitas vezes buscam soluções individuais, mas sentem falta de uma rede de apoio estruturada e de terapêuticas grupais.
Sobre o papel da instituição, citou-se a ausência de divulgação ou inexistência de serviços de apoio psicossocial. Os autores concluíram que a Universidade tem sido, em muitos casos, um espaço gerador de adoecimento e também que esse sofrimento não está relacionado só às questões individuais/biológicas dos universitários, mas, como algo produzido pela dinâmica institucional, produtivismo e pela falta de assistência estudantil.
Em seu livro “A condição de estudante: a entrada na vida universitária” Alain Coulon (2008) argumenta que ingressar na universidade não é apenas uma continuação dos estudos, mas a entrada em um novo universo social e cultural, com regras, linguagens e ritos próprios. O sucesso ou o fracasso do aluno não depende apenas do seu esforço intelectual, mas da sua capacidade de aprender as “regras do jogo” dessa nova instituição. Esse autor organiza a caminhada do estudante em três tempos: de estranheza, de aprendizagem das novas regras e de afiliação, quando o estudante se sente parte do meio e domina o que o autor chama de “ofício de estudante”. O risco de evasão acontece quando o estudante não consegue ultrapassar a estranheza para a fase de aprendizagem e de sentimento de afiliação. Coulon conclui sua obra dizendo que a Universidade não deve ser apenas para “ensinar conteúdos” e sim ensinar a ser estudante e contar com a rede de apoio da instituição.
Em uma revisão sistemática tipo meta-análise, para estimar a prevalência de problemas de saúde mental (depressão, ansiedade, estresse e Burnout), entre os estudantes de medicina no Brasil, Pacheco et al. (2017) encontraram resultados, que segundo eles alarmantes: 32,9% sofriam de ansiedade; 13,4 % relataram ideação suicida; mais da metade dos estudantes relatou níveis significativos de estresse (52,1%) e, finalmente, os relatos de burnout e exaustão emocional foi constante.
Lima e cols. (2021) estudaram os efeitos do racismo sobre a saúde mental dos estudantes negros em Universidades. Os dados obtidos evidenciaram que estudantes negros frequentemente vivenciam episódios de discriminação racial direta e indireta no cotidiano acadêmico, como por exemplo: comentários preconceituosos, microagressões, questionamentos sobre sua capacidade intelectual, invisibilização e a sensação de não pertencimento aos espaços universitários. Tais situações são intensificadas pela baixa representatividade de professores e referências acadêmicas negras, o que reforça a percepção de exclusão simbólica. Os autores associaram as vivências de racismo com os impactos significativos na saúde mental, manifestando-se em sentimentos de isolamento, ansiedade, tristeza, insegurança e pressão constante para provar competência. O racismo cotidiano também pode provocar desgaste emocional e sofrimento psíquico, afetando a autoestima e o desempenho acadêmico desses estudantes.
Ferreira e cols. (2016), através do Self-Reporting Questionnaire (SRQ-20), um instrumento validado pela OMS para rastreamento de sintomas psiquiátricos não psicóticos – ansiedade, depressão e queixas psicossomáticas – os autores levantaram a prevalência de Transtornos Mentais Comuns (TMC) em 1200 estudantes universitários da Universidade pública de Viçosa/MG. O estudo demonstrou uma prevalência de 23,4% de Transtornos Mentais Comuns, representando um a cada quatro estudantes pesquisados. Os autores identificaram perfis específicos onde o sofrimento era mais acentuado nas mulheres, estudantes de menor renda, insatisfação acadêmica, com sedentarismo e baixa qualidade de sono e falta de suporte familiar ou social.
Os pesquisadores Cataldi e cols. (2018) realizaram um estudo sobre saúde mental na Universidade de Brasília (UnB) que buscou mapear a prevalência de sintomas de ansiedade e depressão nos quatros campus da UnB (Darcy Ribeiro, Ceilândia, Gama e Planaltina). Foram utilizados instrumentos de rastreamentos validados para identificar o nível de sofrimento psíquico, correlacionando os sintomas com variáveis acadêmicas e sociodemográficas. Nos resultados ficaram identificadas a alta incidência de sintomas depressivos e ansiosos, superiores à média da população geral na mesma faixa etária. Corroborando as pesquisas de outras Universidades brasileiras, este estudo citou como fatores de risco a pressão por desempenho acadêmico, a incerteza quanto ao futuro profissional e as dificuldades de adaptação à vida universitária. Como nos demais estudos, estes autores concluíram que a saúde mental não deve ser tratada apenas como uma questão individual, mas como um problema institucional. Eles sugerem que a UnB precisa fortalecer suas redes de apoio e acolhimento para evitar o agravamento desses quadros e a evasão estudantil.

Campos da Ceilândia: UNB
Em 2018, o professor Newton da Faculdade de Comunicação (FAC/UnB), realizou no Núcleo de Apoio Psicossocial (NAP/UNB) uma proposta de atendimento clinico aos estudantes da UNB. A iniciativa visava institucionalizar um espaço permanente de cuidado em saúde mental, com ênfase na prevenção da ideação suicida, ancorado em referenciais da psicanálise (Freud, Winnicott, Ferenczi…) e em dados preocupantes sobre o sofrimento psíquico na universidade. Segundo o prof. Newton, através dos atendimentos ficou evidenciado que:
“O trabalho acadêmico em grupo figurava como uma das principais fontes de sofrimento psíquico dos estudantes devido à falta de orientação adequada dos professores, rivalidades e dificuldades de comunicação entre pares, e a disparidade de contextos sociais dos membros, que gerava dinâmicas desiguais. A sobrecarga de alguns e o desleixo de outros evidenciavam a ausência de um ambiente suficientemente preparado para a colaboração…”.
A ANDIFES (Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior) (2019)[2], sobre a realidade dos estudantes das universidades federais brasileiras, foram ouvidos mais de 424 mil estudantes, em 63 universidades, representando um universo de 1,2 milhão de alunos na época. Sobre a saúde mental, os dados demonstraram: dificuldades emocionais: cerca de 83,5% dos graduandos relataram sofrer com alguma dessas dificuldades, que interfere no desempenho acadêmico; sintomas de ansiedade (67% a 74%), desânimo, desmotivação e alterações no sono. Sobre a ideação suicida, cerca de 8,5% dos estudantes relataram pensamentos suicidas e 10,8% convivem com a ideia de morte. E, finalmente, mostrou entre os estudantes o perfil preponderante de vulnerabilidade: mulheres (especialmente pretas e pardas) e aqueles em situação de vulnerabilidade socioeconômica, com índices de sofrimento psíquico mais elevados.
A pesquisa sugeriu que haveria um sofrimento estrutural e revelou também os fatores agravantes da situação: 1-distância da família; dificuldade de permanência: preocupações com moradia, alimentação e transporte; e, competitividade: o ambiente de comparação constante entre pares prejudica a autoestima e a saúde mental.
Sobre a temática da ideação suicida e do suicídio no corpo discente das Universidades foram publicados na literatura científica várias pesquisas e estudos. Apresento aqui a revisão sistemática dos autores De Oliveira e Castro (2025) e algumas evidências sobre a temática: a ideação suicida é um fenômeno multideterminado, mas que, no ambiente universitário, ganha contornos específicos – fatores institucionais (falta de rede de apoio psicossocial; interseccionalidade (estudantes de grupos minoritários ou em situação de vulnerabilidade socioeconômica apresentam índices elevados de sofrimento psíquico, uso de substâncias (abuso de álcool e substâncias psicoestimulantes).
O suicídio é a segunda causa de morte entre os universitários (SANTOS e cols. 2025), por isso não temos dúvida de que não é apenas um problema individual, mas uma questão de saúde pública universitária, com necessidade premente de ações de proteção e prevenção do sofrimento psíquico entre os jovens do ensino superior. Ressalta-se que: as mulheres apresentam mais ideação e os homens maior letalidade; os alvos críticos são estudantes bolsistas e minorias étnico-raciais; e o estigma é o maior impedimento para o tratamento.
Pesquisas como o projeto Antropo-Covid-19 (parceria UnB, UFSC e UFPA) analisam como o retorno às aulas presenciais gerou novas formas de sofrimento, focando na Terapia Comunitária Integrativa (TCI) como ferramenta de mitigação. Embora esse projeto tenha nascido para monitorar os impactos imediatos da pandemia, sua fase atual (2024-2026) foca na “ressaca social” do retorno ao presencial.
Como percebemos a saúde psicossocial dos estudantes da UnB?
No conjunto, os autores apontam o sofrimento dos universitários como devido à pressão por desempenho, instabilidade financeira e a transição para a vida adulta. Além desses sofrimentos mais generalizados observa-se maior prevalência de transtornos psíquicos nesses grupos universitários do que na população da mesma faixa etária.
Como professora do CAFE/CEAM tenho observado na convivência com os estudantes, por ocasião das disciplinas ministradas de 2023 a 2026, inclusive a partir das Rodas de Terapia Comunitária Integrativa, realizadas em sala de aula, onde os estudantes tem podido falar do seu sofrimento, as seguintes situações:
- Dificuldade de se expressar em sala (timidez, baixa autoestima ou vergonha dos demais colegas);
- Certo isolamento pessoal, emocional e existencial
- Sofrimento: dificuldade de adaptação ao ambiente universitário, sensação de uma certa hostilidade, sentimento de exclusão, comprometimento emocional que compromete as relações com professores e colegas;
- Observamos também o sofrimento devido aos fatores como pressão acadêmica, competitividade, adaptação à vida adulta, precariedade econômica e fragilidade das redes de apoio. Em alguns casos sintomas de ansiedade, depressão, estresse e esgotamento entre universitários, especialmente nos primeiros anos de graduação e em cursos altamente exigentes.
- Outro aspecto que tem me chamado atenção é o sentimento de baixa autoestima, geralmente por ter que lidar com colegas de outros níveis sociais e por saber que não tem o mesmo suporte familiar durante o curso e no início da vida profissional.
- Diferentemente do alto desempenho expressado até o segundo grau, esses estudantes se percebem com menor rendimento, que na minha percepção seria mais pelas questões emocionais vividas.
Baseado na revisão bibliográfica e nas observações diretas encontradas em sala de aula, destacamos a necessidade urgente de as universidades implementarem políticas de assistência estudantil, que não sejam apenas financeiras, mas que ofereçam suporte psicológico preventivo e contínuo para reduzir a evasão e promover o bem-estar.
Proposta:
- Criar um grupo de trabalho incluindo membros da Tribuna Livre pela Paz, discentes e docentes do CEAM e outros locais da Universidade, profissionais voluntários da área psicossocial e outras formações interessadas;
- Ampliar o quadro de professores voluntários do CEAM dedicados a esse programa de forma que amplie a visão de professores e dos estudantes na compreensão desse momento Planetário e possíveis alternativas para a saúde psicossocial dos docentes e discentes;
- Parceria com a União Planetária para ampliar os princípios humanísticos do Programa
- Implantar um Programa “Saúde psicossocial do corpo discente da Universidade de Brasília” tendo em seu bojo a definição de vários projetos atrelados.
- Iniciar o Programa com a oferta de Práticas Integrativas e Complementares em Saúde
OBS. Citamos abaixo que na UNB já existem os seguintes serviços de apoio aos seus estudantes, os quais incluímos como possibilidade de participar de uma Rede de cuidado e acolhimento dos universitários:
- CAEP (Centro de Atendimento e Estudos Psicológicos): oferece psicoterapia
- DAS/DDS (Diretoria de Diversidade/Diretoria de Atenção à Saúde: atuam na acolhida e em políticas de diversidade e inclusão.
- Pode Falar: canal de escuta e orientação voltado para jovens, muitas vezes divulgado dentro do campus.
- DASU (Diretoria de Atenção à Saúde da Comunidade Universitária), vinculada ao Decanato de Assuntos Comunitários (DAC).
- COES (Comissão de Orientação e Apoio Estratégico): existente nas várias faculdades e Institutos; lida com o sofrimento que nas da vida acadêmica.
- COMPU (Coordenação de Apoio às Mulheres e Pessoas com Útero): atuação específica no acolhimento de vítimas de violência de gênero e assédio.
- HUB (Hospital Universitário de Brasília): para casos de saúde mental grave (que exigem intervenção psiquiátrica medicamentosa ou internação).
Resumo da Rede de Apoio UnB
| Setor | Perfil do Atendimento | Público-Alvo |
| CAEP | Psicoterapia clínica e profunda. | Comunidade interna e externa. |
| DAS | Acolhimento breve e orientação. | Estudantes da UnB. |
| DDS | Apoio social e contra opressões. | Grupos vulnerabilizados. |
| COES | Mediação pedagógica e emocional. | Alunos de cada curso específico. |
| HUB | Tratamento médico/psiquiátrico. | Casos clínicos de maior gravidade. |
Atividades:
- Preparatórias
- Definir o Centro articulador do Programa
- Articulação dentro da UNB para levantar as possíveis parcerias
- Investir em parcerias como por exemplo, Secretaria de Saúde do DF (SeS-DF), setor de coordenação das PICS.
- Implantação:
- Realização de grupos de acolhimento, de fala, de escuta e de construção de vínculos solidários baseados na metodologia da Terapia Comunitária Integrativa e Terapia Transessencial
- Oferta das práticas integrativas e complementares de acordo com a disponibilidades de profissionais da instituição (UNB, CEAM) e voluntários ligados ao CEAM.
- Avaliação do Programa: buscar parceria dentro da Universidade para realização da avaliação do programa após seis e 12 meses.
Anexo
Alguns conceitos: As Práticas Integrativas em Saúde (PIS) são entendidas como formas de cuidado que abordam a saúde do ser humano em sua multidimensionalidade. Desta forma as PICS atuam nos aspectos físico, mental, psíquico, afetivo e espiritual, e objetivam promover, manter e recuperar a saúde em sua integralidade.
A SeS-DF oferece 17 práticas: Acupuntura, Arteterapia, Auriculoterapia, Automassagem, Fitoterapia, Homeopatia, Lian Gong, Medicina e Terapias Antroposóficas, Meditação, Musicoterapia, Reiki, Shantala, Tai Chi Chuan, Terapia Comunitária Integrativa, Ayurveda, Yoga (Hatha e Laya) e a Técnica de Redução de Estresse (T.R.E).
Referências Bibliográficas
ANDIFES. Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior; FONAPRACE. Fórum Nacional de Pró-Reitores de Assuntos Comunitários e Estudantis. V Pesquisa Nacional de Perfil Socioeconômico e Cultural dos (as) Graduandos (as) das IFES – 2018. Brasília: Andifes, 2019. Disponível em: https://www.andifes.org.br.
COULON, A. A condição de estudante: a entrada na vida universitária. Salvador: UFBA, 2008.
FERREIRA, C. L. et al. Prevalência de transtornos mentais comuns em estudantes universitários. Revista Brasileira de Epidemiologia, v. 19, n. 4, p. 745-758, 2016.
LEÃO, M. F. O Sofrimento Psíquico no Contexto Universitário. Revista de Psicologia da UNESP. v. 11, n. 2, p. 48-59, 2012.
LIMA, T. J. S. et al. Vivências de racismo e saúde mental de estudantes negros. Revista Psicologia e Saúde, Campo Grande, v. 13, n. 3, p. 1-15, 2021.
PACHECO, J. P. et al. Mental health problems among medical students in Brazil: a systematic review and meta-analysis. Revista Brasileira de Psiquiatria, 2017. Revista Brasileira de Psiquiatria, v. 39, n. 4, p. 369-378, 2017.
TRIGUEIRO, E.S.O.; CALDAS, G.F.R.; e SILVA, J.M.F.L. Saúde mental e sofrimento psíquico em estudantes universitários. Educação em Perspectiva, 2022
SANTOS, H. G. et al. (2025). Comportamento suicida no contexto universitário: uma revisão integrativa da literatura. Physis: Revista de Saúde Coletiva, v. 35.
SILVA, A. S.; et al. Saúde Mental de Universitários brasileiros. Curitiba: Appris, 2021.
ZANIN, L. et al. Saúde mental acadêmica: um olhar sobre o sofrimento psíquico no ensino superior. Revista Psicologia e Saúde, é uma pesquisa qualitativa que investiga como os próprios estudantes percebem e dão sentido ao seu mal-estar no ambiente universitário.
[1] Neuropsiquiatra, mestre em psicologia, professora do CEAM/UnB, gestalt-terapeuta, terapeuta comunitária integrativa, criadora da Terapia Transessencial
[2] V Pesquisa de Perfil da ANDIFES

